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Sick-lit: A febre que passa

Junto com As vantagens de ser invisível, A culpa é das estrelas encabeça um fenômeno editorial que ganhou o nome de sick-lit. Em bom português o termo significa algo como literatura doente. Cunhado pelo tabloide britânico Daily Mail, o rótulo sick-lit foi usado para englobar um conjunto de títulos voltados ao público adolescente, onde os jovens personagens enfrentam problemas da vida real num cardápio que, a exemplo das obras de Chbosky e Green, vai do bullying ao abuso sexual, de doenças terminais a casos de suicídio.

The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore

The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore, de William Joyce e Brandon Oldenburg. O filme venceu o Oscar 2012, na categoria para curtas de animação.

Localize a sua cidade no mapa aqui ao lado

Somos assim tão colonizados culturalmente que estranhamos falar da nossa cidade ao invés do Rio de Chico Buarque, do Leblon das novelas de Manoel Carlos ou da Nova York de Woody Allen? Somos assim tão dominados para achar o Recife um obstáculo, enquanto consumimos histórias das fictícias Macondo, Gotham e Hogwarts?

Divórcio – Ricardo Lísias

Da mesma forma que tratamentos psicológicos intervêm para que os pacientes formulem discursos na tentativa de melhor entenderem seus problemas, Lísias parece impor à escrita do romance o desafio de enfrentar suas próprias feridas. Escrever deixa de ser a construção de um raciocínio lógico e inventivo, como foi em O livro dos mandarins (2009), para virar uma questão de sobrevivência em Divórcio.

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Sick-lit: A febre que passa

Junto com As vantagens de ser invisível, A culpa é das estrelas encabeça um fenômeno editorial que ganhou o nome de sick-lit. Em bom português o termo significa algo como literatura doente. Cunhado pelo tabloide britânico Daily Mail, o rótulo sick-lit foi usado para englobar um conjunto de títulos voltados ao público adolescente, onde os jovens personagens enfrentam problemas da vida real num cardápio que, a exemplo das obras de Chbosky e Green, vai do bullying ao abuso sexual, de doenças terminais a casos de suicídio.

Localize a sua cidade no mapa aqui ao lado

Somos assim tão colonizados culturalmente que estranhamos falar da nossa cidade ao invés do Rio de Chico Buarque, do Leblon das novelas de Manoel Carlos ou da Nova York de Woody Allen? Somos assim tão dominados para achar o Recife um obstáculo, enquanto consumimos histórias das fictícias Macondo, Gotham e Hogwarts?

Ilusionistas

Entrar num teatro é como atravessar um portal. Tal como acontece quando...

Expo | Amor e Solidariedade

Uma das lembranças que trago da infância são os passeios no shopping,...

Filme | Medo e Delírio

Certas coisas você precisa fazer na hora, no mesmo instante que lhe dá...

Teatro | Maria do Caritó

De tanto ouvir falar no trabalho de Newton Moreno em Recife, coloquei a...

Blog | O mágico

Bastam alguns dias no Rio de Janeiro para desconfiar que o adjetivo...

Divórcio – Ricardo Lísias

Da mesma forma que tratamentos psicológicos intervêm para que os pacientes formulem discursos na tentativa de melhor entenderem seus problemas, Lísias parece impor à escrita do romance o desafio de enfrentar suas próprias feridas. Escrever deixa de ser a construção de um raciocínio lógico e inventivo, como foi em O livro dos mandarins (2009), para virar uma questão de sobrevivência em Divórcio.

Crônicas para ler na escola – Ronaldo Correia de Brito

As crônicas possibilitam uma visão precisa das ideias lançadas pelo autor, com opiniões diretas e interpretações da sociedade contemporânea.

As Cobras: antologia definitiva – Luis Fernando Verissimo

Apesar das marcas do tempo da ditadura militar, quando foram desenhadas, as ironias de Verissimo não ficam enganchadas no tempo.

Retratos Imorais – Ronaldo Correia de Brito


No livro, o Recife tem lugar de destaque. A cidade é pintada com lembranças afetivas de quem a conheceu sentindo o cheiro de mijo de suas ruas.

Adulterado – Antonio Prata

Encarar o livro acaba se revelando um exercício de reinvenção de temas batidos como a descoberta da sexualidade, a legalização das drogas e o dilema do que ser quando crescer.

Ronaldo Correia de Brito – Retratos Imorais [16.08.2010]

Entrevista feita por Thiago Corrêa sobre o livro Retratos Imorais com o...

Relatos de um leitor (2012)

Você é aquilo que lê. E lê aquilo que é. Os rumos da vida influenciam as leituras e elas modificam a vida. Assim, como não poderia deixar de ser, este relato de 2012 é reflexo do meu projeto de mestrado, onde pesquiso produções narrativas criadas e veiculadas na internet.

A porta

Com o ouvido rente à porta, tentava captar alguma pista. Que novidade se abriria ali, quando alguém girasse a maçaneta? Pensou que toda porta tem em si um mistério. E muitas vezes um encontro.

A duração do sorriso

Hoje o porta-retrato está enferrujado, empoeirado, perdido no meio de pilhas de papel em cima da minha mesa. Mas a gente continua sorrindo.

Ardente serenidade – Tiago Maranhão


Por detrás da onomatopeia para a queda, explosão ou disparo, Aurélio refletia sobre aquela famosa ventosidade anal acompanhada de ruído.

Quarto de Hóspedes | Manipulador de abstrações – Tiago Maranhão


No início Deco achava que poderia ser interessante viver sozinho, no seu canto, apenas com os vizinhos por perto.

Revista #1 – Editorial

A Vaca está tossindo Todo mundo gosta de história. Não a que se aprende...

Revista #3 | Editorial

Editorial Oi. É um verdadeiro prazer encontrar você por aqui. Já conhece...

Revista #3 | Conto – Ana Lira

Conto Ana Lira Eu matei porque me senti insegura no mundo. E se não revelei...

Revista #3 | Estrelas no céu da tarde – Mário Lins

Estrelas no céu da tarde Mário Lins Um bom começo prende o leitor pelas...

Revista #3 | Prelúdio – Joana Rozowykwiat

Prelúdio Joana Rozowykwiat E, antes de tudo, seria o fim. Não convém...

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