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É preciso ser a madrugada, Estelita

Esse texto foi publicado originalmente na antologia Inquebrável, Estelita...

Wilmot e Meslier

Clarence Wilmot, ministro presbiteriano, é um personagem interessante do...

Entrevista – Micheliny Verunschk

Entrevista com a escritora Micheliny Verunschk, realizada em novembro de 2014. Aqui ela responde a perguntas sobre os livros “Geografia íntima do deserto”, “O Observador e o nada”, “A cartografia da noite” e “Nossa Teresa”

Nossa Teresa – Micheliny Verunschk

Nossa Teresa marca a estreia de Micheliny Verunschk no romance. Nele, ela explora dois grandes temas: o suicídio e a santidade. O relato inusitado da trajetória de uma santa suicida e de um padre que se torna Papa é, na verdade, o pano de fundo para uma série de outros relatos e, sobretudo, para muitas divagações por parte do narrador.

B de bruxa – Micheliny Verunschk

Conjunto de 28 poemas que foi primeiramente publicado em dezembro de 2013 na revista Mallarmargens. A edição da Mariposa Cartonera é artesanal, com capas feitas com papelão e pintadas a mão pelo poeta Wellington de Melo.

A cartografia da noite – Micheliny Verunschk

O livro é um mapa de uma região intermediária entre o sonho e o pesadelo – metáfora provável da própria existência humana, esse sonho dentro de outro sonho como diria o Buda.

O observador e o nada – Micheliny Verunschk

O livro é composto por um poema dividido em quatro partes que ocupam 22 páginas na coleção Poesia Viva, do Centro Cultural Sã Paulo. Micheliny apresentou este texto no Autores em Cena, do Itaú Cultural, em 2006, uma leitura dramática (disponível no YouTube). No palco, a escritora é acompanhada pelo músico Edinho Almeida, com direção de Alberto Guzik.

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É preciso ser a madrugada, Estelita

Esse texto foi publicado originalmente na antologia Inquebrável, Estelita...

Wilmot e Meslier

Clarence Wilmot, ministro presbiteriano, é um personagem interessante do...

Peter

Começa mais um dia chuvoso na Rua Azulada. Peter olha para um lado e para o...

O canteiro de plantas e Patrick

Quando Patrick passou pela rua da Aurora e viu aquele pequeno canteiro de plantas ao lado de um posto de gasolina, ele se apaixonou. Por esse tempo, Patrick procurava apartamento. Recolheu uma plaquinha “Aluga-se” em frente ao edifício Alfredo Bandeira para si.

O coice da semana vai para… Diogo Mainardi

O discurso de Diogo Mainardi, na verdade, é a reprodução de um estereótipo que desde o fim da escravidão vem sendo disseminado para manter a ordem das coisas como está.

Portáteis (parte final)

IV. Língua de sogra Ele tinha cheiro de azul e gosto de tarde. Diariamente,...

Hora do jantar

“Meu Deus, como tem gente doida do mundo! Moisés, tais perdendo, homi! Um cientista muito maluco aqui, surtou nos Estados Unidos, dizendo que o homem é mal…”

No campo de centeio

Se n’O Médico e o Monstro Stevenson trata da esquizofrenia quando se...

Nossa Teresa – Micheliny Verunschk

Nossa Teresa marca a estreia de Micheliny Verunschk no romance. Nele, ela explora dois grandes temas: o suicídio e a santidade. O relato inusitado da trajetória de uma santa suicida e de um padre que se torna Papa é, na verdade, o pano de fundo para uma série de outros relatos e, sobretudo, para muitas divagações por parte do narrador.

B de bruxa – Micheliny Verunschk

Conjunto de 28 poemas que foi primeiramente publicado em dezembro de 2013 na revista Mallarmargens. A edição da Mariposa Cartonera é artesanal, com capas feitas com papelão e pintadas a mão pelo poeta Wellington de Melo.

A cartografia da noite – Micheliny Verunschk

O livro é um mapa de uma região intermediária entre o sonho e o pesadelo – metáfora provável da própria existência humana, esse sonho dentro de outro sonho como diria o Buda.

O observador e o nada – Micheliny Verunschk

O livro é composto por um poema dividido em quatro partes que ocupam 22 páginas na coleção Poesia Viva, do Centro Cultural Sã Paulo. Micheliny apresentou este texto no Autores em Cena, do Itaú Cultural, em 2006, uma leitura dramática (disponível no YouTube). No palco, a escritora é acompanhada pelo músico Edinho Almeida, com direção de Alberto Guzik.

Geografia íntima do deserto – Micheliny Verunschk

Lançado um ano após a participação da poeta na famosa antologia Na virada do século, organizada pelos poetas Claudio Daniel e Frederico Barbosa, Geografia íntima do deserto chegou a ser finalista do Prêmio Portugal Telecom em 2004. A edição conta com orelha de Mário Hélio e prefácio assinado por João Alexandre Barbosa.

Estive lá fora – Ronaldo Correia de Brito

Lançado em 2012 pela Alfaguara, Estive lá fora foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura em 2013. O livro se passa no Recife, no fim dos anos 1960, em plena ditadura. Conta a história de Cirilo, um jovem estudante de Medicina que vive entre os extremos dos debates da época e procura por ordem dos seus pais o seu irmão, o militante comunista Geraldo.

Livro dos homens – Ronaldo Correia de Brito

Os contos são marcados por uma linguagem concisa e imagética, muitas vezes fragmentada. A estrutura do livro não procura dar uma unidade maior às histórias, que dialogam entre si por afinidades temáticas e estilísticas.

Guerra Civil – Mark Millar e Steve McNiven

Para alavancar a audiência do seu reality-show, os Novos Guerreiros decidem enfrentar vilões poderosos e o ataque resulta numa tragédia registrada pelas câmeras de televisão e transmitida ao vivo. Com a repercussão negativa do caso, o governo americano decide aprovar a Lei de Registro de Super-humanos, o que coloca os super-heróis uns contra os outros.

Meu amigo Cthulhu (Notas sobre literatura e ideologia)

(Ensaio publicado originalmente na Revista Cesárea)   Volta e meia,...

O movimento armorial na literatura

Em 2010, fui convidado pela Revista Continente para participar da edição...

Narrativa transmídia na Marvel

A estratégia de narrativa transmídia da Marvel no seriado Agents of SHIELD e nos filmes Os Vingadores, Hulk, Capitão América, Thor e Homem-de-Ferro.

José Luiz Passos e o seu Romance com pessoas – Anco Márcio Tenório Vieira

Do ponto de vista da construção dos personagens romanescos, o autor analisa a superação que Machado promoveu em relação aos seus contemporâneos (românticos, realistas e naturalistas) ao ler criticamente a tradição literária ocidental e ocidentalizada.

As paredes em torno de Carneiro Vilela

Por ocasião do seu centenário de morte, completados sem muito alarde no último 1 de julho, parte do legado construído por Carneiro Vilela passou a emergir com a publicação dos seus escritos. Primeiro com Cartas sem arte (Ed. Universitária da UFPE, lançado no fim de 2012) e agora com a reedição de seu livro mais famoso, o romance A emparedada da Rua Nova, que chega à 5ª edição através da Cepe

As fronteiras da língua

Na prática, ao mesmo tempo em que partem de divisões estáticas e já estabelecidas como as geográficas, os dicionários estabelecem fronteiras de ordem cultural, na tentativa de revelar as diferenças do país através das palavras.

E eu ali, todo quieto? (Sobre Bernardo Brayner)

Alguns escritores genuinamente fracos procuraram a glória literária através das falsificações; outros, talentosos, descobrem seu real potencial criador pondo uma máscara em cena e este é o caso de Bernardo Brayner

Sick-lit: A febre que passa

Junto com As vantagens de ser invisível, A culpa é das estrelas encabeça um fenômeno editorial que ganhou o nome de sick-lit. Em bom português o termo significa algo como literatura doente. Cunhado pelo tabloide britânico Daily Mail, o rótulo sick-lit foi usado para englobar um conjunto de títulos voltados ao público adolescente, onde os jovens personagens enfrentam problemas da vida real num cardápio que, a exemplo das obras de Chbosky e Green, vai do bullying ao abuso sexual, de doenças terminais a casos de suicídio.

Entrevista – Micheliny Verunschk

Entrevista com a escritora Micheliny Verunschk, realizada em novembro de 2014. Aqui ela responde a perguntas sobre os livros “Geografia íntima do deserto”, “O Observador e o nada”, “A cartografia da noite” e “Nossa Teresa”

Entrevista – Ronaldo Correia de Brito

Entrevista com o escritor Ronaldo Correia de Brito, realizada em outubro de 2014.

Entrevista – Débora Ferraz

Entrevista com a escritora Débora Ferraz sobre o livro “Enquanto deus não está olhando”, vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2014, na categoria romance.

Entrevista – Clarice Freire

Entrevista com a escritora Clarice Freire sobre o livro “Pó de Lua”.

Entrevista – João Paulo Parisio

Entrevista com o escritor João Paulo Parisio sobre o livro de contos “Legião Anônima”.

Entrevista – Nivaldo Tenório

Entrevista com o escritor Nivaldo Tenório sobre o livro de contos “Dias de febre na cabeça”

Entrevista – Bruno Liberal

Entrevista com o escritor Bruno Liberal sobre o livro de contos “Olho morto amarelo”, vencedor do 1º Prêmio Pernambuco de Literatura.

Entrevista – Adelaide Ivánova

Entrevista com a escritora Adelaide Ivánova sobre o livro “Polaróides”.

Lições de Aurora

Aos poucos, enquanto a coloco para dormir, tenho conversado com ela e venho descobrindo que quem vai ensinar alguma coisa ao outro nessa jornada é ela.

Relatos de um leitor (2012)

Você é aquilo que lê. E lê aquilo que é. Os rumos da vida influenciam as leituras e elas modificam a vida. Assim, como não poderia deixar de ser, este relato de 2012 é reflexo do meu projeto de mestrado, onde pesquiso produções narrativas criadas e veiculadas na internet.

A porta

Com o ouvido rente à porta, tentava captar alguma pista. Que novidade se abriria ali, quando alguém girasse a maçaneta? Pensou que toda porta tem em si um mistério. E muitas vezes um encontro.

A duração do sorriso

Hoje o porta-retrato está enferrujado, empoeirado, perdido no meio de pilhas de papel em cima da minha mesa. Mas a gente continua sorrindo.

Ardente serenidade – Tiago Maranhão


Por detrás da onomatopeia para a queda, explosão ou disparo, Aurélio refletia sobre aquela famosa ventosidade anal acompanhada de ruído.

Quarto de Hóspedes | Manipulador de abstrações – Tiago Maranhão


No início Deco achava que poderia ser interessante viver sozinho, no seu canto, apenas com os vizinhos por perto.

Umbigocêntrico | Como evitar um livro ruim?


Desconfie de títulos metidos a polêmicos e a engraçadinhos, capas com detalhes em ouro ou que lhe desperte uma sensação de fofura.

Umbigocêntrico | O que fazer com um livro ruim?


Depois de trinta páginas sem encontrar qualquer indício literário, então, meu velho, o jeito é desistir mesmo e tentar achar utilidade pra ele.

Joaquim Cardozo está entre nós

Ali, em seu silêncio de estátua, Joaquim Cardozo responde com um sorriso tímido aos abraços dos turistas que posam para tirar fotos sobre o Capibaribe.

Movimento Armorial: O folheto de cordel é fonte de inspiração

Datas redondas são um dos ganchos mais usados no jornalismo para relembrar...

Movimento Armorial 40 anos depois

Datas redondas são um dos ganchos mais usados no jornalismo para relembrar...

O jumento sedutor, o livro inédito de Ariano Suassuna

Em dezembro de 2010, nos meus últimos suspiros na redação do Diario de...

Chamada ao piano, aula-espetáculo de Ariano Suassuna

Em 2010, quando ainda trabalhava no Diario de Pernambuco, escrevi essa...

A cadência, o castelo e a cantoria, aula-espetáculo de Ariano Suassuna

Até hoje, o período que eu mais trabalhei na vida foi em julho de 2008,...

Só dez por cento é mentira

Documentário “Só dez por cento é mentira”, sobre o poeta Manoel de Barros.

Recife, cidade roubada

Curta “Recife, cidade roubada”, produzido pelo Movimento Ocupe Estelita.

Chico Buarque lê trecho do seu próximo livro

Chico Buarque lê trecho do seu próximo livro, o romance “O irmão alemão” a ser lançado no dia 14 de novembro.

Vacatussa no programa noBALAIO

Confira a entrevista que demos sobre o Vacatussa ao programa noBALAIO, exibido no dia 21 de outubro de 2014, na TV Pernambuco.

Teaser: Revista Vacatussa 8

Em breve… uma prévia da Revista Vacatussa 8

Curta: Ossos do ofício

O curta-metragem Ossos do ofício é uma adaptação do conto Artesão I, publicado no livro As sombrias ruínas da alma do escritor Raimundo Carrero. O filme é foi realizado por alunos da turma de Cinema Digital 2009.1 e conta com direção de Camilla Rocha, Luciano Branco, Ricardo Arruda, Thiago de Albuquerque e Yuri Serbedja.

Autor-narrador: Sérgio Rodrigues lê O drible

Neste vídeo, o escritor Sérgio Rodrigues lê um trecho do romance “O drible” (Companhia das Letras, 2013).

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