Árvore de Maravilha | Blues
set 7th, 2009 | Por Aline Arroxelas | Seçao: Árvore de Maravilha
Enquanto o céu, claro e límpido, convidava à liberdade, o mar era denso, compacto como uma boca aberta faminta.

Enquanto o céu, claro e límpido, convidava à liberdade, o mar era denso, compacto como uma boca aberta faminta.

Amanhã lá, qualquer lugar menos aqui, e ainda em lugar nenhum. / Eu seria uma flecha lançada, / e não uma árvore em solo fértil.

Abrir gavetas, desenterrar lembranças. Divorciar-se de outra época. Separar o que vai continuar com você e o que vai ficar com estranhos.

A literatura feminina de Tatiana Salem Levy não é nada mulherzinha. É de mulher mesmo, já calejada e acariciada em ciclos.

As palavras se perderam de mim. Não sei onde se esconderam, as danadas, mas não as encontro mais quando preciso.

Num cenário rodeado de água por todos os lados se desenrola a vida de Arminto Cordovil, o “filho de Amando Cordovil”
O último dever de casa de Harry Potter
Harry Potter e as relíquias da morte (Harry Potter and the Deathly Hallows, Bloomsbury, 607 páginas) foi anunciado como o último livro da saga Harry Potter. É o final que todos os milhões de leitores da série esperavam… e temiam. Primeiro porque nos últimos dias tem sido praticamente [...]
Em busca de livros sobre ciúmes e derivados para uma pesquisa, dei de cara com O túnel, de Ernesto Sábato. E me dei conta do quão deficientemente somos educados, pelo menos no Brasil, acerca da literatura latinoamericana.
Todo estudante secundarista já conhece Dom Casmurro, ou pelo menos já ouviu falar na saga de Capitu e Bentinho; [...]
Tem um livro chamado Minha vida de menina, que conta o dia a dia de uma adolescente entre 1893 e 1895, em Diamantina, Minas Gerais. Parece estranho, mas ele é extremamente atual. Se publicado hoje, provavelmente faria o maior sucesso entre as menininhas de 12 ou 13 anos do começo do século XXI. Mas — [...]
Confesso que só terminei de ler um García Márquez há dois meses. Para não precisar desculpar-me, devo esclarecer a minha crença pessoal e ferrenha de que a arte, por ter uma relação estreitíssima com a subjetividade tanto do artista quanto do “espectador”, somente consegue firmar a ponte do entendimento no momento certo para que ambos [...]