Perfil – Marcelino Freire

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Marcelino Freire nasceu em Sertânia-PE, em 1967. Nos anos 1970, muda-se com a família para o Recife, onde passa a se envolver com o teatro. Chega a fazer o curso de Letras na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), mas larga o curso. Em 1989, entra na Oficina de Literatura ministrada pelo escritor Raimundo Carrero. Em 1991 é premiado pela Fundarpe pelo livro Eme saiu do vermelho, que nunca chegou a ser publicado. Nesse mesmo ano muda-se para São Paulo, onde passa a trabalhar com revisor de uma agência de publicidade. Em 1995 publica o livro acRústico de forma independente. E EraOdito em 1998, também de forma independente. Em 2000, publica o livro Angu de Sanguepela Ateliê Editorial, que também reedita, em 2002, a segunda edição de EraOdito e publica BaléRalé: 18 improvisos em 2003. É selecionado para integrar as antologias Geração 90: Manuscritos de Computador (2001) e Geração 90: Os transgressores (2003), organizadas por Nelson de Oliveira. Em 2005 troca de editora e publica pela Record o volume Contos Negreiros, que lhe rende o Prêmio Jabuti na categorias contos e crônicas. Em 2008, lança Rasif: mar que arrebenta também pela Record. Nesse mesmo ano publica o e-book É só isso o meu baião pela Mojo Books, inspirado no disco Getz / Gilberto. Em 2011, cria o selo coletivo Edith, por onde publica Amar é crime. E em 2013, volta à Record e publica sua primeira narrativa longa Nossos ossos.

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Sobre o autor

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