Vacatussa

| | HISTÓRICO | |

Fundado em maio de 2004, por ex-integrantes da Oficina de Literatura do escritor pernambucano Raimundo Carrero, o Vacatussa passou a se reunir semanalmente para produzir e debater literatura, visando o aprimoramento das histórias criadas por seus componentes. Reunindo jornalistas, publicitários e advogados, além de eventuais colaboradores, o Vacatussa sentiu a necessidade de dar vazão às suas narrativas e por isso, dada a falta de espaço para divulgação desse tipo de texto, o grupo resolveu criar sua própria publicação. Graças ao apoio da Prefeitura da Cidade de Olinda, a primeira edição do zine Vacatussa saiu logo após o Carnaval, em março de 2005. Com uma tiragem reduzida de 150 exemplares, os quais foram distribuídos gratuitamente em pontos estratégicos da cidade, visando atingir um público de intelectuais e formadores de opinião. Apesar do caráter experimental e da pequena tiragem, o zine # 1 teve uma boa receptividade do público e da mídia, recebendo destaque através dos programas Sopa Diário, da Tv Universitária, e Interferência Cultural, da rádio Universitária Am, que recomendaram e leram trechos do zine. Dado os bons resultados obtidos, o Vacatussa lançou a segunda edição durante a V Bienal Internacional do Livro, no Espaço Café Continente. Financiado com recursos próprios, a publicação teve uma tiragem de 500 exemplares e foi diagramado pelo escritório de design Mooz. Com o zine # 2, o Vacatussa foi mencionado por diversos jornais (Jornal do Commercio, Folha de Pernambuco e Diario de Pernambuco), sites (Jc Online, Cronópios, Rabisco e Eraodito), programa de Tv (Sopa Diário, da Tv Universitária) e programas de rádio (Coquetel Molotov, Café Colombo, ambos da Rádio Universitária Fm e Quintas as Quintas, na Universitária Am). Depois de um hiato de quase um ano, o Vacatussa retomou suas atividades primeiro com o site, em novembro de 2006, e finalmente em janeiro de 2007, com o lançamento da tão aguardado revista # 3. Desta vez, a publicação conseguiu apoio da Prefeitura do Recife para a impressão e mais uma vez contou com a colaboração da Mooz no desenvolvimento do projeto gráfico. Impressa em papel couchê, a revista teve uma tiragem de mil exemplares e foi citada nos três jornais de Recife. Para o lançamento, o grupo organizou uma festa no bar Boratcho (Galeria Joana D’Arc), onde distribui gratuitamente as revistas.